Após longos anos à frente da Secretaria de Educação, Clewinho Cavalcante teria sido convidado a deixar o comando da pasta pouco depois de seu aniversário. Mas a movimentação parece ter provocado muito mais do que uma simples troca de secretário.
À frente da maior secretaria do município, o ex-vereador acumulou influência e espaço político. E, ao que tudo indica, seu destino virou motivo de disputa entre diferentes figuras da própria gestão.
Nos bastidores, Fátima Rezende é apontada por parte dos aliados como uma das principais responsáveis pela saída, além do baixo desempenho do secretário de educação na eleição de Fátima canuto. Mas quem decidiu, quem pressionou e quais interesses estão em jogo ainda precisam ser esclarecidos.
Enquanto isso, as redes sociais falam por indiretas.
Renato Filho publicou: “Culpar os outros é fugir da responsabilidade” e afirmou não concordar com determinadas decisões que vêm sendo tomadas.
Já Fátima Canuto, madrinha política de Clewinho, declarou: “A gratidão não tem prazo de validade. A lealdade não muda conforme os ventos.”
Coincidência? Recado? Divergência interna? Sem esclarecimentos, ficam as interpretações e muitas perguntas.
Afinal, Clewinho sai insatisfeito por não conseguir a vice prefeitura e o reflexo veio agora ou sua saída faz parte de uma reorganização do poder em Pilar?
Uma coisa é certa: mensagens bonitas não explicam decisões políticas.
E, quando aliados começam a falar em responsabilidade e lealdade, vale prestar atenção não apenas no que publicam, mas também no que deixam de dizer.
Em Pilar, a disputa pode estar apenas começando. E a população não pode ser tratada como plateia de um jogo de interesses.
Fonte: pilarnareal
