exame A Meta, dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, reconheceu nesta sexta-feira, 16, que uma falha nos filtros da Meta Al, sua assistente virtual de inteligência artificial, permitiu que usuários gerassem imagens de propaganda eleitoral associadas a Flávio Bolsonaro (PL), enquanto pedidos semelhantes relacionados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) eram bloqueados.
Segundo a empresa, a brecha permitia que comandos que combinavam o primeiro nome dos candidatos com seus respectivos números eleitorais gerassem imagens de propaganda. A falha foi corrigida em 14 de outubro.
Os sistemas bloqueavam solicitações que mencionavam explicitamente nomes como “Lula”, “Luiz Inácio Lula da Silva”, “Bolsonaro” e “Flávio Bolsonaro”, mas não identificavam todas as combinações de primeiros nomes comuns com os números eleitorais dos candidatos.
Com isso, pedidos que utilizavam “Flávio” acompanhado de seu número podiam gerar imagens de propaganda. A mesma falha permitia a criação de cartazes com solicitações que combinavam “Luiz” e o número de Lula.
A empresa afirmou que corrigiu o problema no mesmo dia.
