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O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contestou a decisão do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Kassio Nunes Marques, de suspender o canal no WhatsApp “Exército do Lula”, que reunia 3,3 milhões de seguidores. Antes do início do ato na Avenida Paulista, neste domingo (11), Lula afirmou que os advogados do partido vão entrar com um pedido de explicação e que as “eleições devem ocorrer sem interferência da Justiça”. 

“Acho um absurdo. Nossos advogados vão ter que entrar com um pedido de explicação ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Já há alguns dias estou percebendo que há muitas decisões tendenciosas contra a nossa candidatura. E nós não vamos permitir que seja fechado um canal de um deputado que está pedindo para as pessoas votarem em mim. Não é possível que o presidente do TSE não tenha um comportamento civilizado e republicano de permitir que as eleições corram sem interferência da Justiça”, afirmou.

Lula acredita que está ganhando nas redes 

Questionado sobre o engajamento nas redes sociais durante essa campanha no segundo turno, o presidente afirmou que “está desconfiado do comportamento da Corte Eleitoral, que tem bloqueado muitos apoiadores”. 

A equipe de campanha do presidente acusou a Meta, empresa responsável pelo Instagram e pelo Facebook, de estar interferindo nas eleições com o baixo impulsionamento das postagens do próprio Lula em sua conta. A empresa afirmou que as alegações são falsas. 

“Eu vejo que nas redes sociais estamos ganhando o jogo. Nosso povo está muito ativo. Trabalhando demais, postando muita coisa. Por isso estou desconfiado do comportamento da Corte Eleitoral, que tem bloqueado muita gente nossa. Nós vamos entrar hoje na Justiça com um pedido do nosso partido, da nossa força, para que a gente equilibre esse jogo. Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição”, disse.

Fonte: @metropoles

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