Nos bastidores da disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Alagoas, uma comparação tem provocado comentários entre aliados e observadores políticos: de um lado, a “Leoa Original”; do outro, a “Camaleoa”. A primeira seria a deputada Fátima Canuto, que construiu ao longo dos anos uma identidade política própria. A segunda, segundo críticos, seria Cecília Hermann, ex-prefeita de Atalaia, que estaria mudando de pele na tentativa de ocupar um espaço que já tem dona.
A conversa nos bastidores é que Cecília estaria apostando não apenas em ampliar sua exposição, mas também em reproduzir elementos que remetem ao estilo de Fátima, incluindo comunicação, postura e referências visuais. A estratégia seria uma tentativa de pegar carona em uma identidade que levou anos para ser construída. Na política, dizem, inspiração é uma coisa. Cópia é outra.
A ironia é que, enquanto muitos políticos passam anos tentando descobrir qual é a própria marca, a “Camaleoa” estaria fazendo justamente o caminho inverso. Na chamada “caça do eu” , estaria
trocando de pele conforme o ambiente eleitoral, enquanto a “Leoa Original” mantém a identidade que já conhece e que foi construída com presença política e atuação parlamentar.
Fonte: @bergmorais_politica

