O Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) se reunirá às 16h, desta quinta-feira (14), com o secretário municipal de Educação de Maceió, João Folha na sede do órgão. O encontro foi agendado após servidores, professores e lideranças sindicais realizarem na quarta-feira (13) um protesto em frente à Prefeitura de Maceió, em Jaraguá. Além da paralisação das atividades em algumas escolas da rede municipal de ensino.
Na pauta de reivindicações, o reajuste salarial em 10%, pois a categoria considerou insuficiente a proposta de 4,30% (dividida em 2% em julho e 2,37% em novembro) para 2026. Além do pagamento de progressões, melhores condições de trabalho em sala de aula e na infraestrutura das escolas municipais.
A cobrança incluiu ainda e esclarecimentos sobre a aplicação de R$ 117 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores de Maceió (Iprev) em operações ligadas ao Banco Master, realizadas durante a gestão do ex-prefeito JHC.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), Izael Ribeiro, relatou algumas situações como necessidade urgente de um concurso público para acabar com a contratação de terceirizados.
Além a falta de valorização do professores, a vice-presidente do Sinteal, Consuelo Correia, cobrou a implementação do Plano de Cargos e Carreiras da categoria e o retorno da data-base. “O movimento definiu que, a partir de 2027, a data-base deve retornar oficialmente para o mês de janeiro, corrigindo os sucessivos adiamentos impostos pela gestão”.
O professor da Escola Municipal Zumbi dos Palmares, Luiz Carlos dos Santos, reclamou da falta de recursos para reforma da quadra de esportes da unidade de ensino, iniciada na gestão do ex-prefeito Rui Palmeira. Falou ainda da deficiência na infraestrutura da escola e a falta de reparos e em períodos de chuva, o que provoca alagamento.
Por Redação.

