Os aprovados no concurso público de Rio Largo/AL, em 2024, aproveitaram a agenda do prefeito Pedro Carlos, referente ao Dia do Trabalhador (1° de Maio), para cobrar a convocação e a nomeação dos candidatos classificados.
A mobilização desta sexta-feira é a quarta intitulada de “Convoca Já” realizada pelos manifestantes. São dois anos de espera e até o momento muitos aprovados não foram convocados pela Prefeitura Municipal de Rio Largo. Com faixas e cartazes em mãos, o grupo chegou logo cedo ao campo do Bar Nosso, local onde ocorreu o 10º Torneio do Trabalhador.
Ao chegar ao local, Pedro Carlos foi cercado pelos manifestantes, que cobravam uma ação imediata da gestão municipal. O prefeito garantiu que receberá uma comissão dos aprovados, com quatro representantes, na quinta-feira (14/05). O objetivo é definir como será realizada a convocação dos candidatos dentro de um cronograma, garantido o direito a todos.
“Concordo com as manifestações, apoio o movimento e considero as reivindicações legítimas”, afirmou Carlos durante a conversa com os manifestantes. O prefeito também foi questionado sobre a convocação para a Educação Infantil. Ele se comprometeu em convocar os aprovados na área, incluindo os candidatos do cadastro de reserva.
Segundo o gestor, as convocações devem ocorrer de forma gradual. Ele explicou que sua equipe está organizando a situação de alguns cargos específicos, como de Agente Comunitário de Saúde (ACS) e da Guarda Municipal.
Também presente ao evento, a deputada estadual Gabi Gonçalves, aproveitou para conversar com os manifestantes. Ela justificou que está de “mãos atadas” por não fazer mais parte da gestão municipal.
O concurso público de Rio Largo foi realizado em novembro de 2024, com oferta de vagas para diversas áreas. Entre elas: Educação, Saúde, Segurança Pública e Administrativa em diferentes níveis de escolaridade.
O grupo de aprovados reforça que não busca confronto e que o objetivo das manifestações é contribuir com o desenvolvimento do município. “Não queremos embate, nem inimizade, apenas que os nossos direitos sejam respeitados”, diz a manifestante Jadielmo Gonçalves.
Por Redação.

