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Movimentos sindicais e coletivos populares alinhados à esquerda e à direita organizaram atos em todas diversas cidades em todas as regiões do Brasil nesta sexta-feira (1°5), Dia do Trabalho. As maioria das manifestações foca no fim da escala 6×1, redução de jornada sem corte de salário e valorização sindical.

Na Avenida Paulista, a direita vai realizar um ato em defesa da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, pedir liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além do fim da 6×1. Um ato chegou a ser planejado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Avenida Paulista, mas foi frustrado após mobilizações de movimentos bolsonaristas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deve participar de nenhum ato oficial, assim como o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

Já o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, deve ir do ato em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, berço político do PT.

As manifestações buscam pressionar por mudanças na legislação trabalhista. Em 14 de abril, o governo enviou ao Congresso o projeto de lei que trata do fim da escala 6×1.

Também tramita na Câmara dos Deputados um projeto de emenda à Constiuição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho. Foi instalada na última quarta-feira (29/4) uma comissão especial para analisar o tema.

Os partidos tentam emplacar na pauta das manifestações também o PL da Dosimetria, que beneficia condenados pelos atos do 8 de Janeiro, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula havia vetado o projeto de lei, porém, nessa quinta-feira (30/4), o Congresso articulou-se e derrubou o veto presidencial.

Fonte: metrópoles

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