O atual comando da UVEAL atravessa um dos períodos mais contestados de sua história recente. Nos bastidores políticos e entre representantes municipais, o sentimento é de frustração com uma gestão considerada apagada, sem protagonismo e incapaz de fortalecer a entidade no cenário estadual.
A expectativa criada durante a eleição para a presidência era de renovação, articulação e defesa firme do municipalismo. No entanto, o que se viu até agora foi uma administração marcada por baixa entrega, pouca presença institucional e ausência de pautas relevantes que representassem, de fato, os interesses dos vereadores alagoanos.
Outro ponto que ampliou o desgaste político foi a leitura de ingratidão e rompimento com aliados que contribuíram diretamente para a vitória interna da chapa vencedora. Entre interlocutores, cresce a avaliação de que compromissos assumidos no processo eleitoral foram deixados de lado logo após a posse, gerando ruídos e perda de confiança.
Sem agenda forte, sem resultados expressivos e com dificuldade de unir a base, a presidência da entidade enfrenta críticas cada vez mais abertas. Para muitos observadores, o mandato caminha para ser lembrado mais pelas oportunidades desperdiçadas do que por conquistas concretas.
Nos corredores da política, a pergunta já começa a ecoar: ainda há tempo para reagir ou o desgaste se tornou irreversível?
Por redação

