Durante julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o pagamento de “penduricalhos” no serviço público, a juíza do trabalho aposentada Cláudia Márcia Soares reclamou que juízes de primeira instância precisam arcar do próprio bolso com despesas básicas da rotina profissional, como água, café e transporte.
Ao ampliar a comparação, ela afirmou que desembargadores também não dispõem de muitos benefícios adicionais. “O desembargador também não tem quase nada, a não ser o carro. Não tem mais nada também. Mal tem um lanche. Pelo menos no Rio de Janeiro, eu não estou sabendo mais dos lanches. Então, não tem nada”, reclamou.
Cláudia Márcia Soares é juíza aposentada do TRT-1 (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região). Segundo dados do tribunal, em dezembro do ano passado a remuneração líquida dela foi de R$ 113.808,83, acima do teto do funcionalismo público, que é equivalente ao salário de um ministro do STF (R$ 46.366,19).
Fonte: Portal R7
