A decisão do deputado estadual Bruno Toledo em não disputar a reeleição acendeu um sinal de alerta nos bastidores da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). O movimento, que já circula como praticamente consolidado entre aliados, tem impacto direto na sucessão interna da Casa.
Bruno deverá assumir a vaga do pai, Fernando Toledo, no Tribunal de Contas de Alagoas. A articulação planejada como natural dentro do grupo político da família, mas que provoca um efeito colateral para a sucessão na presidência da Mesa Diretora do Legislativo estadual.
O principal atingido é o presidente da ALE, Marcelo Victor. Nos corredores do Legislativo, Bruno era tratado como um dos nomes mais próximos e de confiança para, no momento certo sucedê-lo no comando da Casa de Tavares Bastos.
Sem Bruno no páreo, Marcelo Victor perde uma peça estratégica na articulação para manter influência sobre a presidência da Casa. A sucessão, que parecia desenhada com relativa tranquilidade, passa a depender de novas costuras políticas e de um nome que reúna lealdade e viabilidade eleitoral no mesmo pacote.
Fonte: Bergmorais_politica

