Já escreveu o Blog Kléverson Levy que a vereadora de Maceió, Teca Nelma (PT), tem sido uma combatente fiel nas discussões a favor das minorias e na defesa das políticas públicas em Maceió.
Fato é que a vereadora tem se consolidado como a ‘voz da esquerda em Alagoas’ e vai para o embate do próximo ano com o mesmo tamanho político que teve em 2024.
Isso porque para o PT — em Alagoas — conquistar uma cadeira na Casa de Tavares Bastos com representação feminina no estado é essencial.
Porém, na federação PT-PV-PCdoB, a chapa promete ser uma das articulações mais sensíveis de 2026, visto que os partidos buscam equilíbrio entre renovação, força eleitoral e estratégia interna.
Dois nomes já fazem parte dessa união em busca da reeleição na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE):
Ronaldo Medeiros (PT) e Silvio Camelo (PV).
Por outro lado, dizem que correm por fora nomes como dos ex-deputados estaduais Davi Maia e Léo Loureiro, considerados opções viáveis para reforçar a chapa.
O mesmo, no entanto, não ocorre com o filho do prefeito de Penedo, Guilherme Lopes, atual secretário-Executivo de Ações de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau). A possível entrada de Lopes na federação, ressalta-se, enfrenta forte resistência dentro do PT e do PV, o que tem levado a buscar diálogo com o
PCdoB.
Entretanto, informações repassadas ao Blog Kléverson
Levy indicam que o partido comunista não dará boas-vindas ao secretário-Executivo da Sesau
Resumindo: a ida de Guilherme Lopes poderia comprometer a competitividade de candidaturas estratégicas, especialmente, a de Teca Nelma, considerada como um dos nomes ‘puxadores de votos’ no campo progressista.
Além disso, vale destacar que o interesse do PCdoB — em Maceió – é um grande fator de peso. Caso Teca Nelma conquiste uma vaga na ALE, o partido seria diretamente beneficiado.
Com isso, Charles Herbert, primeiro suplente da federação nas eleições de 2024, assumiria o mandato de vereador – até 2028 – na Casa de Mário Guimarães.
Fonte: @blogkleversonlevyalagoas
