imóvel, usado há 17 anos como referência em saúde mental, foi vendido pelo Governo de Alagoas por cerca de R$ 15,6 milhões, com base em uma lei estadual que autoriza a alienação de bens considerados ociosos.
JHC criticou a medida, afirmando que o objetivo da ação é garantir que o imóvel volte ao município e continue cumprindo sua função pública. A prefeitura disse que não foi avisada previamente sobre o leilão e só soube após receber um ofício pedindo a desocupação em 15 dias, prazo depois ampliado para 180 dias.
A Seplag afirmou que o processo é legal e que o termo de cessão venceu em 2015. Já a prefeitura e entidades da área da saúde classificaram a venda como um retrocesso, temendo interrupções nos atendimentos de centenas de pacientes com transtornos mentais graves.
Enquanto a Justiça não decide, o município garante que os atendimentos do CAPS II continuam normalmente e que todas as medidas legais estão sendo tomadas para reverter o leilão.
Por Redação
