Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em Maceió, envolvendo nove pessoas físicas e seis jurídicas. Segundo as investigações, o grupo criou empresas fictícias registradas em um
único endereço e emitiu milhares de notas fiscais falsas para burlar o fisco e manter vantagem ilegal no mercado de madeiras.
O promotor Cyro Blatter destacou que, além do prejuízo aos cofres públicos, o esquema também afetava a concorrência justa, prejudicando empresas que atuam dentro da legalidade e impactando políticas públicas.
O nome da operação vem do latim Lignum, que significa “madeira”, referência direta ao setor investigado.
Fonte: setesegundos
