Familiares de Cláudia Pollyane Farias de Sant’Anna procuraram a Polícia Civil de Alagoas para investigar as circunstâncias da morte da jovem, que estava internada em uma clínica de reabilitação para tratamento de dependência química, em Marechal Deodoro. Os parentes cobram justiça e esclarecimentos a cerca da morte da mulher.
No sábado (9), após souberem do falecimento de Cláudia, uma prima dela registrou um boletim de ocorrência (BO) questionando as condições da morte dela e solicitando que seja realizado um exame toxicológico na vítima.
No boletim, a parente afirma que o médico de plantão e o setor de Assistência Social da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade relataram que Cláudia deu entrada no hospital já morta, cujo óbito teria ocorrido 4 horas antes.
“A vítima passou mal e foi levada para a UPA de Marechal
Deodoro, porém quando a família chegou foi informada pela assistente social e pelo médico de plantão que a vítima já estava em óbito há pelo menos quatro horas”, diz um trecho do boletim de ocorrência.
No entanto, o que mais chama atenção é que Cláudia apresentava hematomas pelo corpo, conforme relato da família. “A vítima apresentava hematomas por todo corpo e olho roxo. Relata a noticiante que sua prima teria sido medicada na clínica”, prossegue o documento.
Por fim, a prima da vítima pede que seja feito um exame na vítima para identificar a real causa da morte.
Fonte: CBN MACEIÓ
