Em uma petição enviada ao Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), o economista e empresário Robson Bernardo Calixto, proprietário do Alagoas Cursos – instituição que foi fechada por conta da pandemia da covid-19 e que ele pretende reabrir — faz uma série de denúncias sobre supostas arbitrariedades e fraudes processuais no Judiciário alagoano. O documento é endereçado aos 17 desembargadores que compõem a Corte.
Calixto afirma ser vítima de um “grupo paralelo ao poder público legalmente constituído”, que atuaria com o objetivo de se apropriar indevidamente de seu patrimônio. Ele aponta nomes de magistrados, advogados e autoridades públicas, entre elas o deputado estadual Antônio Albuquerque (o AA, do Republicanos), que, segundo ele, seria o principal beneficiado pelas supostas manobras judiciais.
Fonte: Extra Alagoas
