A Prefeitura Municipal de Jundiá assinou, essa semana, o termo de cooperação para adesão ao Selo Unicef – Edição 2025-2028. O município foi um dos únicos da Zona da Mata alagoana, até o momento, a assumir o compromisso de priorizar crianças e adolescentes em suas políticas públicas ao mobilizar esforços para promover seus direitos à saúde, educação, participação social, proteção contra a violência, além da resposta às mudanças climáticas e participação cidadã.
Segundo o prefeito de Jundiá Jorge Galvão, o UNICEF oferecerá de forma gratuita suporte técnico às gestões municipais, com acompanhamento metodológico e monitoramento de indicadores sociais. “Ao final do ciclo, os municípios que comprovarem avanços nos indicadores sociais e demonstrarem compromisso consistente com os direitos da infância e adolescência receberão a certificação internacional do Selo Unicef”, explica.
A iniciativa conta com a parceria com governos estaduais, assembleias legislativas, ministérios públicos, tribunais de contas e associações de municípios. A adesão sinaliza, desde o início, o esforço da gestão em garantir direitos e reduzir desigualdades — com foco especial, nesta edição, na equidade étnico-racial e no enfrentamento das múltiplas dimensões da pobreza.
O Selo Unicef é uma ação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), junto a diversos parceiros da sociedade civil e governos, para apoiar os municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira a garantir os direitos de crianças e adolescentes. Cada ciclo do Selo Unicef dura quatro anos, acompanhando o período da gestão municipal.
Estão aptos a aderir ao Selo Unicef 2.473 municípios de 18 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, na Amazônia Legal brasileira; e Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais (região norte do estado), Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, no semiárido brasileiro).
O município participante do Selo Unicef deve seguir a metodologia proposta para fortalecer as políticas públicas que sustentam os direitos de meninas e meninos, e garantir que isso aconteça de forma intersetorial e integrada. Também é preciso que a participação da comunidade local seja incentivada, garantindo o envolvimento dos Conselhos Municipais de Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA) e o engajamento de adolescentes.
Por Redação
Fonte: Assessoria
