A Comissão de Valores Mobiliários instaurou, na quarta-feira, 4, processo sancionador contra 33 executivos e ex-executivos da Braskem. O caso trata de impactos atribuídos à extração de sal-gema em Maceió, com afundamento do solo e retirada de moradores.
Segundo a apuração, os efeitos da atividade levaram à desocupação de imóveis por cerca de 60 mil pessoas. A investigação analisa a divulgação de informações contábeis e financeiras ao mercado, incluindo a mensuração e a evidenciação de passivos ambientais relacionados ao episódio.
Entre os citados estão ex-presidentes da Braskem, como Fernando Musa e Carlos José Fadigas de Souza Filho, além de executivos e conselheiros ligados à Nonovor e à Petrobras, que compartilham o controle da petroquímica.
Fonte: Extra Alagoas

