A esquerda, que teve dificuldade para levar a militância para as ruas nos últimos anos, tem conseguido, no segundo turno, atrair público para atos em apoio ao presidente Lula organizados por integrantes do movimento estudantil com a adesão de artistas.
Já a direita divide as agendas entre as tradicionais”motociatas”, iniciadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, e os “Bloquinhos do 22”, puxados pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
Lula pediu que a militância se concentre na conversa com os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno. Lincoln Secco, professor de História da Universidade de São Paulo (USP) e autor da biografia “História do PT”, considera que as manifestações
conseguem gerar imagens a serem usadas pela campanha petista e que podem gerar a sensação de que “a sociedade está reagindo”.
Fonte: Jornaloglobo
