Uma empregada doméstica passou cerca de 40 anos trabalhando sem receber salário para uma família em Florianópolis, em #SantaCatarina. Resgatada em 2023, ela vivia em condições que levaram a fiscalização do trabalho a autuar o empregador por trabalho análogo à escravidão.
Agora, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, determinou provisoriamente que o nome do empregador volte a constar no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas às de escravo, conhecido como “Lista Suja”.
A decisão atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e suspende, de forma cautelar, uma decisão anterior do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-12), que havia anulado o processo administrativo responsável pela inclusão do empregador no cadastro.
Fonte: Correio24horas
