Um ano e dois meses. Esse foi o tempo que a família de Rafaela Ribeiro, de 12 anos, esperou pela realização daquilo que considerava sua maior esperança: um transplante renal para Rafa, como a menina é carinhosamente chamada pelos familiares.
A mãe, Luana Ribeiro, conta que a filha nasceu com uma síndrome genética rara. “A Rafa nasceu com atresia de esôfago e uma cardiopatia congênita”, relata. Ao longo dos anos, a família, natural
de Campinas (SP), descobriu que os rins da filha estavam sendo comprometidos em decorrência da atresia de esôfago. Por isso, em abril de 2025, foi necessário iniciar a hemodiálise.
Luana ressalta que esse foi um período muito difícil para todos.
“Nossa rotina passou a girar em torno da doença, das sessões de diálise, exames, consultas e internações.” Após esse processo, Rafa entrou na fila para o transplante renal, onde aguardou por um órgão compatível até 6 de junho de 2026.
Luana conta que, quando recebeu a notícia, viveu “um dos momentos mais marcantes das nossas vidas” e ressalta que “a oportunidade do transplante só existia porque uma outra família, em meio à maior dor que alguém pode imaginar, tomou a decisão de doar”.
Hoje, a família passa pelo processo de pós-transplante. Luana relata que ele “exige muitos cuidados e acompanhamento, mas ver a Rafa voltando a viver com mais qualidade é um presente diário”. A mãe de Rafa ainda explica que publicou o vídeo como uma forma de “conscientizar sobre a importância da doação de órgãos, porque ela realmente transforma e salva vidas”.
Fonte: @diariodonordeste
