O preço mínimo do frete funciona como o salário mínimo: é o básico para garantir que o caminhoneiro não trabalhe no prejuízo.
Quando não há fiscalização, quem paga a conta é quem está na estrada. E muitas vezes, paga para trabalhar.
Agora muda. Assinamos a Medida Provisória que fortalece a fiscalização e garante o cumprimento da tabela.
É mais respeito, mais equilíbrio e dignidade para quem move o Brasil.
Seguimos trabalhando para colocar justiça onde antes havia pressão.
Fonte: @renanfilho
